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Pet em condomínios

Conscientização de quem cuida dos animais de estimação em locais do tipo é fundamental para não comprometer o ambiente coletivo.

Cada vez mais integrados às famílias brasileiras, os animais de estimação conquistaram seu espaço. Censo mais recente do IBGE estima que há cachorros em pelo menos 44% dos lares brasileiros, enquanto que gatos estão presentes em 17,7% dos domicílios.

Mas, e quando o assunto são os pets apartamentos e condomínios? A Regional em Bauru do Sindicato da Habitação (Secovi) afirma que é preciso bom senso e atenção redobrada para evitar problemas.

Segundo o Código Civil, pode-se criar animais domésticos em apartamentos, com uso livre nas áreas de convivência. Nos condomínios, redobra-se a atenção quanto ao respeito aos moradores e em relação à adoção de hábitos que contribuirão com o b em-estar do próprio animal.

A Regional em Bauru do Sindicato da Habitação (Secovi) afirma que existe uma preocupação maior com a perturbação de sossego. Latidos, uivos, ruídos e miados podem ser motivo de desavenças entre vizinhos.

“Os pets são grandes companheiros de seus donos, mas é preciso procurar sempre respeitar o próximo e fazer sua parte para que haja harmonia entre s condôminos. Por isso é importante seguir o regulamento interno, especialmente o horário de silêncio”, afirma Riad Elia Said, diretor do Secovi Bauru.

Outra questão que exige cuidados do dono é a saúde do pet. A dica é manter os animais vacinados, limpos e vermifugados. Atenção para o controle de pragas como pulgas e carrapatos também são importantes para o bem-estar dos bichos e indispensável para evitar infestações.

Fonte: SindicoNet