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‘Minha casa, minha vida’: mulheres com renda de até R$ 1.600 poderão assinar sozinhas contrato

‘Minha casa, minha vida’: mulheres com renda de até R$ 1.600 poderão assinar sozinhas contrato

Extra

A segunda fase do “Minha casa, minha vida” foi lançada, ontem, com redefinição das faixas de renda, novidades no uso do FGTS para compra de moradias pelo programa e boas notícias para mulheres que não têm um companheiro para dividir as despesas da casa.

Com um investimento de 125,7 bilhões, a meta do governo é construir dois milhões de habitações até 2014. O maior número de moradias — 1,2 milhão — será destinado para a primeira faixa de renda, cujo limite de até R$ 1.395 passou para R$ 1.600. Mulheres deste grupo poderão assinar os contratos sozinhas. Antes, elas precisavam de um cônjuge para ter acesso ao programa. Para a segunda faixa de renda, de até R$ 3.100, serão 600 mil unidades. Para a última faixa, fixada em até R$ 5 mil, estão previstas 200 mil casas.

O FGTS poderá ser utilizado na compra de imóveis do programa por famílias com ganho mensal bruto de até R$ 4.900. Esse teto poderá subir para R$ 5.400 em situações específicas, como no caso de financiamentos de imóveis situados em municípios integrantes de uma região metropolitana.