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Aluguel de imóvel com três dormitórios é o que mais sobe

Aluguel de imóvel com três dormitórios é o que mais sobe

R7

Os contratos novos de locação residencial assinados em maio na cidade de São Paulo apresentaram variação média de 1,2% em relação ao mês anterior. O aumento foi inferior ao observado em março e abril últimos, de 2,1% e 2,2%, respectivamente. Os maiores acréscimos ocorreram nas unidades de 3 dormitórios, que tiveram seu valor de locação majorado em cerca de 2%. As casas e apartamentos de 2 quartos subiram, em média, 1,1% e os imóveis de 1 dormitório foram os que menos aumentaram: 0,8%.

No mês de maio, um imóvel de 3 quartos na zona Norte, por exemplo, teve aluguel por m2 cotado entre R$ 15,48 e R$ 16,59, de forma que uma moradia de 90 m2 foi alugada por entre R$ 1.393,00 e R$ 1.493,00. Nos bairros da área Sul – zona A, como Jardins, Moema e Vila Mariana, as locações de residências de 3 dormitórios ficaram na faixa de valores por m2 entre R$ 23,78 e R$ 28,48. Assim, um imóvel com área em torno de 150 m2 na região teve aluguel entre R$ 3.567,00 e R$ 4.272,00. Para saber o valor médio do aluguel em outros bairros da cidade, clique aqui.

Com o resultado de maio, de acordo com levantamento do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), a evolução dos aluguéis na capital nos últimos 12 meses (junho de 2010 a maio de 2011) atingiu 16,7% para novas locações. Já os contratos em andamento com reajuste em junho e correção pelo IGP-M subirão 9,77%. “Ainda há um desequilíbrio entre oferta e procura de imóveis para alugar na capital, mas aos poucos a situação está melhorando”, comenta Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato.

As casas e os sobrados foram os tipos de moradias que foram locados em menos tempo: entre 12 e 29 dias. Os apartamentos escoaram mais lentamente: seu IVL (Índice de Velocidade de Locação), que mede em número de dias quanto tempo demora um imóvel vago para estar alugado, variou de 17 a 36 dias.

O tipo de garantia mais usado no mês de maio foi o fiador, que respondeu por metade dos aluguéis fechados. A segunda modalidade mais utilizada no período analisado foi o depósito de até três meses de aluguel, que viabilizou cerca de 30% dos contratos. Um quinto dos proprietários e inquilinos preferiram o seguro-fiança.