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5 áreas que podem ser impermeabilizadas e você nem imaginava

Evitar infiltrações, mofo e bolor, desgaste dos imóveis, proteger o patrimônio… Inúmeros são os benefícios das impermeabilizações para uma edificação. Sem falar que representam a prevenção de custos futuros e obras complexas para reparos causados por vazamentos e outras fontes de umidade.

Todas as partes da edificação podem – e devem – ser impermeabilizadas no ato da construção. Eventualmente, com o passar dos anos e em locais onde foram aplicados sistemas tradicionais e não definitivos, há a necessidade de realizar uma nova impermeabilização por conta de vazamentos, infiltrações ou mesmo desgaste resultantes de processos naturais: chuva, sol e altas temperaturas.

Lajes, fachadas expostas à chuva, janelas… Você já está plenamente consciente da importância de impermeabilizar esses locais. Mas quando falamos em todos os componentes da construção, estamos falando em locais que precisam ser impermeabilizados como medida de prevenção e segurança, mas que quase ninguém sabe e, ainda, resiste em aplicar o tratamento adequado, o que pode resultar em custos e dor de cabeça.

Confira tudo o que você precisa saber sobre locais inusitados que devem ser impermeabilizados e fique ainda mais longe das infiltrações.

Caixas d’água e reservatórios de água

O objetivo é evitar que a água escape pela estrutura e cause infiltrações e danos em outras áreas da construção, como lajes, pisos e paredes do edifício. O processo é feito internamente e tem como vantagem proporcionar mais higiene no uso do reservatório, pois não acumula poeira, partículas e possibilita mais praticidade na hora da limpeza.

E, mais, impermeabilizar reservatórios de água evita o desperdício. Em tempos de água escassa, essa é uma atitude fundamental, social e ecologicamente responsável.

Sistemas convencionais (como os revestimentos cerâmicos com argamassa impermeável, indicados para esse processo) podem ser utilizados em caixas d´água e reservatórios, mas apresentam o mesmo problema de outras estruturas: não são definitivos e, com o passar do tempo, precisarão de nova aplicação. Sem falar que exigem a aplicação de diferentes produtos: camadas preparatórias e interdição da caixa por até um mês.

Assim, o sistema mais indicado para esse tipo de impermeabilização são aqueles desenvolvidos em poliéster flexível, que é um sistema definitivo e que pode ser aplicado em caixas suspensas ou enterradas. Possui alta durabilidade e tem 15 anos de garantia.

Ah, é importante lembrar que os canos e tubos devem ser também impermeabilizados com material próprio. Consulte o técnico em impermeabilização da sua confiança.

Telhas

Apesar dos telhados serem construídos com inclinação preventiva contra entrada de água, é preciso também promover a impermeabilização das telhas, pois a chuva e o vento podem abalar a estrutura, causando goteiras e vazamentos. Os materiais empregados podem ser tintas, resinas acrílicas ou revestimentos cerâmicos. Recomenda-se que o processo seja refeito a cada 5 anos.

Estacionamentos e pátios

Sujeitos ao trânsito intenso de pessoas, peso dos carros (ou em alguns casos, maquinário e veículos de grande porte como empilhadeiras, tratores, caminhões e containers), estacionamentos e pátios são alvo fácil para infiltrações.

Além do desgaste do peso de circulação na superfície, chuvas, exposição ao sol e mudanças drásticas de temperatura tornam pisos de estacionamento e parques ainda mais vulneráveis ao problema. Evitar pode ser simples. Em primeiro lugar, busque soluções mais duradouras e resistentes do que as convencionais (as famosas e antigas mantas asfálticas que já muito indicadas para este serviço, talvez não sejam a melhor opção).

O sistema de poliéster flexível é ideal para impermeabilização desses espaços. Feito com poliéster de alto desempenho, ele possui alta resistência a fatores externos que podem diminuir a vida útil da impermeabilização, o que oferece garantia de 15 anos. Esse sistema é definitivo, não tendo necessidade de mobilização da área para nova aplicação.

O poliéster flexível possui diferentes acabamentos e resulta, depois de instalado, em um novo piso ou superfície, com espessura de 3 a 5 mm. As demarcações das vagas ou outras marcações podem ser feitas diretamente no piso de acabamento, sem grandes complicações.

Alicerces da construção

Em terrenos úmidos ou em locais onde ocorre acúmulo de água da chuva no solo, é comum encontrar infiltrações estruturais resultantes da umidade dos alicerces que sobem da terra. Para evitar o problema, as paredes da construção devem ser impermeabilizadas com a aplicação de produtos a base de silicatos através de furos projetados na parede, que enrijecerão a estrutura, deixando a umidade de fora.

Piscinas

O objetivo é conter a água e evitar que a umidade cause desgaste, bolor e fungos, rachaduras, deterioração das armaduras, concreto e estufamento da pintura de toda a estrutura da piscina.

Pode parecer um pouco contraditório, mas somente os materiais empregados na construção da piscina em si, não são suficientes para segurar a água dentro do reservatório.

Vazamentos na piscina podem causar sérios danos ao solo do terreno. A umidade, por meio dos alicerces, chega até a estrutura da casa, gerando infiltração e inúmeros outros problemas. Sem falar no desperdício em se ter uma piscina vazando água constantemente. Custo e dor no bolso.

Argamassas poliméricas e mantas asfálticas podem ser empregadas no processo, mas são mais suscetíveis ao desgaste e não duram mais do que três ou cinco anos. Sistemas à base de poliéster flexível de alto desempenho são a indicação mais acertada, principalmente por conta da resistência e a possibilidade de não demandar mais reparos, o que acaba sendo o melhor investimento em termos de impermeabilização de piscinas.

Fonte: FiberSals