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	<title>Adiplantec &#187; Notícias</title>
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		<title>Contratos de aluguel serão reajustados em 4,53%</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:35:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Contratos de aluguel serão reajustados em 4,53%</strong></p>
<p><em>O Dia</em></p>
<p>Os contratos de aluguéis de imóveis com duração de 12 meses e que vencem este mês serão corrigidos em 4,53%. O percentual é resultante do acumulado do Índice Geral de Preços (IGP-M), que&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Contratos de aluguel serão reajustados em 4,53%</strong></p>
<p><em>O Dia</em></p>
<p>Os contratos de aluguéis de imóveis com duração de 12 meses e que vencem este mês serão corrigidos em 4,53%. O percentual é resultante do acumulado do Índice Geral de Preços (IGP-M), que serve de base para corrigir os contratos de locação. Ontem, a Fundação Getúlio Vargas divulgou o índice de janeiro que ficou em 0,25%. Assim, um aluguel que custa R$ 1 mil passará a valer R$ 1.045,30 já no mês que vem.</p>
<p>“Essa alta pode ser amenizada na hora da renovação do contrato, negociando com o locatário o reajuste tradicional sob o preço antigo”, explica Antônio Monnerat, vice presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-RJ).</p>
<p>A alta do IGP-M foi puxada pelo Índice de Preços ao Consumidor, que é calculado junto e considera os valores dos produtos e serviços mais consumidos pelo cidadão a cada mês.</p>
<p><span id="more-868"></span>Segundo o Secovi-RJ, no panorama carioca, os bairros das zonas Sul e Oeste concentram o maior número de imóveis para alugar: cerca de 44% e 37%, respectivamente. O impacto do reajuste, por exemplo, num aluguel de R$1 mil de imóvel com 2 quartos em Jacarepaguá pode chegar a mais R$ 45 no bolso do inquilino.</p>
<p>O coordenador do IGP-M, Salomão Quadros, explica que a média de alta do índice deve se manter. “É difícil fazer prognóstico, mas é razoável que nos próximos meses fiquem nessa faixa de valorização”, explica.</p>
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		<title>Empreendimentos temáticos são nova forma de atrair quem quer comprar imóvel</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 03:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>Empreendimentos temáticos são nova forma de atrair quem quer comprar imóvel</strong></p>
<p><em>Extra</em></p>
<p>Imagine morar num condomínio inspirado na magia de um dos clássicos do cinema americano, no luxo de um palácio francês, no conforto dos spas ou nos belos projetos paisagísticos do&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Empreendimentos temáticos são nova forma de atrair quem quer comprar imóvel</strong></p>
<p><em>Extra</em></p>
<p>Imagine morar num condomínio inspirado na magia de um dos clássicos do cinema americano, no luxo de um palácio francês, no conforto dos spas ou nos belos projetos paisagísticos do Rio. Impossível? Não! Os empreendimentos temáticos têm virado uma endência no mercado.</p>
<p>Baseadas em conceitos variados — que vão de projetos arquitetônicos de outros países a temas mais abrangentes —, as construtoras investem de forma crescente na construção de condomínios inspirados numa ideia, presente nas áreas de lazer, na decoração e nos nomes do prédio e de seus espaços internos.</p>
<p>— Estamos na geração dos condomínios-clubes. Com a correria do dia a dia, a ideia é nos proporcionar tudo, para que tenhamos lazer sem sair de casa, com prédios conceituados e cheios de atrativos. Alguns são mais completos que hotéis — avalia o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos.</p>
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		<title>10 dicas de convivência para animais de estimação em apartamento</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 18:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>10 dicas de convivência para animais de estimação em apartamento</strong></p>
<p><strong><em>Imóvel Web</em></strong></p>
<p>A presença de animais em condomínios é um dos principais motivos de desentendimento entre os moradores. O que mais costuma incomodar os vizinhos são o excesso de barulho e a&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>10 dicas de convivência para animais de estimação em apartamento</strong></p>
<p><strong><em>Imóvel Web</em></strong></p>
<p>A presença de animais em condomínios é um dos principais motivos de desentendimento entre os moradores. O que mais costuma incomodar os vizinhos são o excesso de barulho e a sujeira nas áreas comuns. Gostando ou não, quem mora em apartamento dificilmente ficará livre da convivência com os bichinhos: no Brasil, 59% dos domicílios têm algum animal de estimação. Para cada seis habitantes há um cão domesticado e, para cada 16, um gato. Números do Ibope apontam que existem 54 milhões de animais domésticos no país, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.</p>
<p>Para todos aqueles que têm ou querem ter um pet no apartamento, algumas atitudes simples podem evitar problemas:</p>
<p>1- Procure se informar sobre as raças mais adequadas para viver em apartamentos;</p>
<p><span id="more-859"></span></p>
<p>2- É importante que o dono busque orientação de profissionais especializados para educar o cachorro a não latir ao toque da campainha ou interfone;</p>
<p>3- O jardim do condomínio não é o local apropriado para a toilete dos cães e gatos. Mas, se um &#8220;acidente&#8221; acontecer, recolha os dejetos do bichinho;</p>
<p>4- Para evitar aborrecimentos, o ideal é criar regras claras de transporte e permanência dos bichos de estimação. O uso do elevador de serviço, com o animal no colo é o mais indicado. Tanto a assembléia geral como o regulamento interno podem determinar essas normas;</p>
<p>5- Mantenha em dia a vacinação do seu animal de estimação, colaborando para a saúde e bem-estar de todos;</p>
<p>6- Não deixe o animal sozinho por muito tempo dentro do apartamento e realize passeios diários, se possível mais de uma vez ao dia;</p>
<p>7- Caso precise se ausentar do apartamento por muito tempo deixe o animal na casa de algum amigo ou parente;</p>
<p>8- Nunca deixe o animal solto nas áreas comuns;</p>
<p>9- Procure sempre andar com a coleira e guia;</p>
<p>10- Mesmo para raças pequenas é importante não deixar crianças acariciarem o animal para evitar reações inesperadas do animal e acidentes.</p>
<div style="border-image: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; text-align: justify; height: 25px; padding: 0px; margin: 0px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; color: #b9251e; font-size: medium;"><span style="line-height: 25px;"><strong><br />
</strong></span></span></div>
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		<title>Áreas verdes dão mais valor à casa e ao condomínio</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 18:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>Áreas verdes dão mais valor à casa e ao condomínio<br />
</strong><em><strong><br />
</strong></em><em>LicitaMais</em></p>
<p>O crescimento da economia brasileira fez do mercado imobiliário um dos investimentos de maior potencial. Os preços estão nas alturas e as estimativas mais recentes são de que essa tendência deve&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Áreas verdes dão mais valor à casa e ao condomínio<br />
</strong><em><strong><br />
</strong></em><em>LicitaMais</em></p>
<p>O crescimento da economia brasileira fez do mercado imobiliário um dos investimentos de maior potencial. Os preços estão nas alturas e as estimativas mais recentes são de que essa tendência deve continuar por mais alguns anos. O que fazer, então, para agregar ainda mais valor a um apartamento ou casa e, com isso, conseguir um ótima venda?</p>
<p>As características determinantes do preço &#8211; localização e tamanho &#8211; são imutáveis. Portanto, ganha importância o estado de conservação. Recentemente, tem-se observado também que a existência de uma área verde bem cuidada é um fator que pesa na hora de montar o preço do imóvel.</p>
<p>Uma pesquisa da empresa sueca Husvarna mostrou que, em média, áreas verdes bem cuidadas podem valorizar, em média, 16% o preço de uma casa ou apartamento. Esse número é ainda maior quando o imóvel fica em um condomínio com um paisagismo bem feito e em ótimo estado de conservação.</p>
<p><span id="more-854"></span></p>
<p>O contrário também é verdadeiro: jardins abandonados, feios e mal cuidados trazem o valor do imóvel para baixo. E a queda, nesse caso, é ainda maior do que a possível valorização.</p>
<p>O estudo da empresa sueca contou com entrevistas de cinco mil proprietários de imóveis em nove países, além de 44 corretores imobiliários.</p>
<p><strong>Verde na planta</strong></p>
<p>Atentas a essas tendências, hoje as próprias construtoras investem no &#8216;verde&#8217;. A vegetação tem presença obrigatória, mesmo que em elementos muito básicos, como a grama. &#8220;Projetos paisagísticos bem desenvolvidos realçam os pontos fortes da arquitetura e, além do mais, servem para preencher espaços que, de outra forma, ficariam desocupados&#8221;, explica a arquiteta Solange Bariole.</p>
<p>Para Solange, a tendência é que o verde ganhe cada vez mais espaço nas construções, principalmente em condomínios residenciais. &#8220;Hoje vemos projetos cada vez mais ousados. A maior parte deles faz do imóvel ou do condomínio único, diferente de todos os demais. Por isso, o preço tende a ser cada vez maior&#8221;, prevê.</p>
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		<title>Vendas de consórcios devem crescer até 9% em 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 16:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Vendas de consórcios devem crescer até 9% em 2012</strong></p>
<p><em>ClipImobiliário</em></p>
<p>As vendas de consórcios devem crescer entre 7% a 9%, segundo projeções da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). O crescimento deve ser puxado pela venda de planos para a compra&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vendas de consórcios devem crescer até 9% em 2012</strong></p>
<p><em>ClipImobiliário</em></p>
<p>As vendas de consórcios devem crescer entre 7% a 9%, segundo projeções da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). O crescimento deve ser puxado pela venda de planos para a compra de imóveis, veículos e serviços, como cirurgias plásticas.</p>
<p>Nos dez primeiros meses de 2011 foram vendidas 2,1 milhões de cotas, com alta de 20,7%, um recorde para o segmento. O volume de negócios superou R$ 62 bilhões, mais de 20% acima do registrado no mesmo período de 2010.</p>
<p>Ao todo, 4,6 milhões de brasileiros possuem um consórcio. O setor de veículos automotores é o que tem mais participantes, com 3,90 milhões, seguido por imóveis com 612,3 mil; eletroeletrônicos e outros bens duráveis com 77,5 mil; e serviços com 10,8 mil. Há doze meses, o número de consorciados ativos era de 4,04 milhões.</p>
<p><span id="more-850"></span>As contemplações, momento em que os consorciados têm a oportunidade de realizar seu objetivo, somaram 898,8 mil de janeiro a outubro de 2011. O sistema de consórcios administra ativos de R$ 102 bilhões, crescimento de 20% ante os dez primeiros meses de 2010.</p>
<p>Em nota à imprensa, o presidente da Abac, Paulo Roberto Rossi, se diz otimista e conservador para 2012, por conta dos possíveis efeitos da crise internacional no setor. &#8220;Entendemos que o sistema de consórcios continuará crescendo, mesmo com a perspectiva de um cenário instável.&#8221;</p>
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		<title>Planos de comprar um imóvel em 2012? Saiba como chegar lá</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 16:10:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<div><strong>Planos de comprar um imóvel em 2012? Saiba como chegar lá</strong></div>
<p><em>R7</em></p>
<p>Final de ano é época de fazer a famosa lista de resoluções para o ano que chega. Se um dos planos para 2012 é comprar um imóvel, planeje-se para não&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Planos de comprar um imóvel em 2012? Saiba como chegar lá</strong></div>
<p><em>R7</em></p>
<p>Final de ano é época de fazer a famosa lista de resoluções para o ano que chega. Se um dos planos para 2012 é comprar um imóvel, planeje-se para não deixar que essa importante meta seja efetivamente cumprida.</p>
<p>Em primeiro lugar, é importante saber que comprar um imóvel, seja na planta, pronto ou usado, requer do interessado muita pesquisa, visitas a inúmeros estandes de vendas, comparação e diálogo com parentes e amigos. “O pior negócio é adquirir uma unidade habitacional por impulso. Antes de tudo é preciso fazer as contas e ver se as prestações do financiamento cabem no bolso”, enfatiza João Crestana, presidente do Sindicato da Habitação em São Paulo (Secovi/SP).</p>
<p>Contudo, diz Crestana, não basta somente ter condições de pagar. O comprador deve também avaliar se o imóvel de interesse atende as suas necessidades de moradia, e se há no entorno do empreendimento escolas, hospitais, transporte público, dentre outros requisitos. Ainda, “não se pode esquecer que em edifícios há o rateio de custos entre os moradores e, no momento de receber as chaves, existem despesas cartoriais e com a prefeitura”, alerta.</p>
<p><span id="more-847"></span>“Visitar o local escolhido, durante o dia e à noite, também faz parte do processo que antecede a assinatura do contrato. Não tenha pressa, porque, na média, o brasileiro compra dois imóveis durante a vida. Esse motivo já é suficiente para o consumidor ser cauteloso”, orienta o dirigente do Secovi/SP. A seguir, 10 dicas que irão ajudar a fazer uma boa compra:</p>
<p>1- Decida-se pela região onde quer morar e, principalmente, quanto pretende e pode gastar com a compra do imóvel. Lembre-se: a aquisição da moradia é um dos passos mais importantes na sua vida e precisa ser dado com segurança, com muito debate junto ao cônjuge e filhos. Leve em conta as necessidades futuras da família.</p>
<p>2- Escolha o tipo de imóvel que pretende adquirir: usado, novo ou na planta. Pense na metragem do imóvel, se quer casa ou apartamento (andar baixo ou alto, de frente, de fundo ou tanto faz), número de vagas de garagem, com ou sem varanda, ampla ou nenhuma área de lazer (piscina, salão de festas, jogos). Se escolher condomínio, pense até quanto pretende ou pode pagar de taxa de rateio de despesas.</p>
<p>3- Faça as contas. A hora é boa também para pensar na melhor forma de financiamento. Junto ao banco ou parcelado com a construtora, durante o período de obras? Pretende usar recursos do FGTS? Se o imóvel for novo ou usado, há sempre a opção de obter financiamento bancário (os sites de vários bancos oferecem simuladores das parcelas do financiamento). Caso disponha de uma boa reserva financeira – ou algum bem que possa ser vendido, como carro, é possível utilizá-la na entrada da compra do imóvel.</p>
<p>4- Visite a região de interesse. Escolhida a região que deseja morar, visite o local e verifique quais empreendimentos existem ali. Analise a infraestrutura disponível, bem como os serviços oferecidos, como escolas, padarias, supermercados, farmácias, hospitais, linhas de ônibus e metrô próximos, parques e outras áreas de lazer.</p>
<p>Visite o local durante o dia e, principalmente, à noite. Não tenha pressa. Vá aos estandes de vendas, visite decorados, converse com corretores e pense muito, pois a decisão tem de ser responsável e exclusivamente da sua família.</p>
<p>Depois de percorrer a região escolhida, não tenha medo de expandir horizontes e procurar imóveis em bairros próximos. A internet também é uma ótima opção para quem busca imóveis. Visite sites especializados na venda de imóveis, de imobiliárias, construtoras e incorporadoras.</p>
<p>5- Se optar pela compra de um imóvel usado, seja firme com o corretor quanto às suas definições do tipo de imóvel. Dê preferência ao profissional que conhece o imóvel. Peça informações a ele antes de marcar a visita. Se estiver fora das suas especificações, não vá. Evite também ficar nas mãos de muitos profissionais.</p>
<p>6- Ao escolher comprar um imóvel na planta, pesquise a história e a atuação da empresa construtora/incorporadora e, se possível, visite uma obra já entregue por ela. Peça uma cópia do registro da incorporação ao corretor, antes de assinar o contrato de Compra e Venda. Consulte o que diz a Lei 4.591/64 (Condomínios e Incorporações) e submeta o contrato a um advogado conhecido. Apesar de os contratos apresentarem basicamente as mesmas cláusulas, não é demais a análise de um especialista em mercado imobiliário. Acompanhe o estágio das obras por meio de visitas ao empreendimento ou pela internet. Muitas empresas oferecem o serviço em seus sites.</p>
<p>7- Proposta: na hora de apresentar uma proposta, ponha-se no lugar do vendedor. Evite propostas absurdas, como descontos elevados, por exemplo. Se ele aceitar, deve haver algo errado. Certifique-se do que está e do que não está incluído no valor e converse abertamente, evitando constrangimentos futuros. Questione sobre aquilo que não entender e exija respostas claras e precisas. Muita atenção com os documentos do imóvel e do proprietário, que devem preferencialmente ser analisados por um advogado de sua confiança.</p>
<p>8- Pagamento da comissão: na compra do imóvel usado, quem paga a comissão do corretor é o vendedor, mas caso você dê um imóvel como parte de pagamento, o pagamento da comissão proporcional ao valor deste imóvel caberá a você. Nesse momento é importante não se envolver emocionalmente com o dono do imóvel que vai comprar. Deixe que o corretor negocie. Se o imóvel for novo ou na planta, usualmente o valor da comissão é cobrado separadamente do preço.</p>
<p>9- Programe-se financeiramente. Os valores das prestações pagas durante o período da construção do empreendimento podem ser diferentes das parcelas de financiamento do saldo devedor. Atenção: até a entrega das chaves, o saldo devedor é corrigido mensalmente pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ou pelo Custo Unitário Básico (CUB). Após a entrega das chaves, você terá a opção de quitar a dívida; usar os recursos do FGTS para amortizar parte do valor – caso seja a aquisição do primeiro imóvel; e financiar o restante com o banco. Há taxas atrativas e prazos longos disponíveis no mercado. O fundamental, no entanto, é que a parcela – fixa ou reajustável, caiba no seu bolso.</p>
<p>10- Taxas e despesas extras: após a liberação do financiamento, a assinatura da escritura do imóvel e a entrega das chaves, o comprador tem de pagar o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) à Prefeitura, assim como as taxas de registro cartorárias. Somadas, tais despesas correspondem a aproximadamente 4% do valor de compra do imóvel, portanto, faça uma reserva financeira para esses gastos.</p>
<p>Nunca deixe de registrar sua escritura no Registro de Imóveis, mesmo que não tenha contratado financiamento. Mais: quando receber o imóvel, leia as instruções de uso e o Manual do Proprietário para certificar-se das garantias da sua unidade. Os prazos legais são diferentes para os vários componentes.</p>
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		<title>Antecipe-se às chuvas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 16:04:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>Antecipe-se às chuvas</strong></p>
<p><em>Zap</em></p>
<p>Com a proximidade do verão e o início da época de chuvas, muitos condomínios começam a identificar problemas de vazamentos e infiltrações em lajes, paredes, pisos e tetos, que podem comprometer a estrutura dos imóveis. Apesar de não&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Antecipe-se às chuvas</strong></p>
<p><em>Zap</em></p>
<p>Com a proximidade do verão e o início da época de chuvas, muitos condomínios começam a identificar problemas de vazamentos e infiltrações em lajes, paredes, pisos e tetos, que podem comprometer a estrutura dos imóveis. Apesar de não ser o período ideal para investir em um projeto de impermeabilização, ainda é possível iniciar as obras e evitar mais transtornos durante o período.</p>
<p>E o primeiro passo é contratar uma empresa de consultoria. Ela irá avaliar a extensão do problema e elaborar um projeto para prever o quanto se gastará de material e quais produtos são indicados para o caso daquele empreendimento. Também fará uma previsão do tempo necessário para concluir o trabalho.</p>
<p>Há vários produtos disponíveis no mercado. No entanto, o mais utilizado é a manta asfáltica, um material pré-fabricado elaborado com camadas de asfalto que, em comparação com outros sistemas conhecidos, é o de colocação mais rápida, limpa e segura.</p>
<p><span id="more-845"></span>“É o produto mais recomendado para obras externas devido à sua durabilidade e praticidade. Normalmente, a impermeabilização de um prédio novo pode ultrapassar dez anos”, diz o diretor de manutenção do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Ricardo Gonçalves.</p>
<p>Passado este prazo, o especialista recomenda que seja feita uma inspeção mensal para que os moradores não sejam surpreendidos com goteiras na época das chuvas. “O controle deve ser feito basicamente na laje e no pavimento térreo, principalmente nas partes próximas ao jardim e à piscina”, orienta.</p>
<p>Outra dica do diretor é evitar perfurações nas lajes para a instalação de antenas, manutenção de para-raios ou iluminação. “O ideal é que o prédio instale bloquinhos de alvenaria para concentrar todas as obras que possam ocorrer na laje. Isso evita que a impermeabilização seja prejudicada.”</p>
<p>A manutenção do jardim também requer cuidados. “Qualquer obra feita de forma imprópria pode comprometer a impermeabilização. Por isso, a manutenção deve ser feita com muita precaução”, diz Gonçalves.</p>
<p>Segundo o gerente de negócios da Viapol, empresa especializada em impermeabilização, Marcos Storte, o que vai determinar o tempo de uma obra é o tamanho do empreendimento e o acesso aos pontos que necessitam de reparo. “Se não chover e não ocorrer circulação de pessoas no local, é possível concluir a vedação de uma laje de 500 metros quadrados em uma semana, por exemplo”, diz.</p>
<p>Em um empreendimento novo, o preço estimado de impermeabilização corresponde a 1% do valor da construção. No caso de restauração, o preço varia de acordo com o grau de infiltração e do tamanho da área atingida. Mas os especialistas dizem que é muito mais caro o reparo do que o valor de uma obra nova.</p>
<p>“Haverá quebra de parede. Portanto será necessário contratar uma empresa para remover o entulho. Depois, ainda será preciso refazer toda a parte destruída. Isso inclui pintura e o acabamento, dependendo do caso”, afirma Gonçalves.</p>
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		<title>Isolamento sonoro: qualidade da acústica começa com escolha dos tijolos</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 16:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Isolamento sonoro: qualidade da acústica começa com escolha dos tijolos</strong></p>
<p><em>O Dia</em></p>
<p>O barulho excessivo tornou-se um grande desafio para as construções nas grandes cidades. Qualidade e alto padrão de um imóvel significam também autonomia em relação aos ruídos externos.</p>
<p>Todo projeto de&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Isolamento sonoro: qualidade da acústica começa com escolha dos tijolos</strong></p>
<p><em>O Dia</em></p>
<p>O barulho excessivo tornou-se um grande desafio para as construções nas grandes cidades. Qualidade e alto padrão de um imóvel significam também autonomia em relação aos ruídos externos.</p>
<p>Todo projeto de arquitetura deveria ter sempre uma maior preocupação como a acústica, dispensando a mesma atenção que é dada à parte estrutural. Mas isso raramente acontece na fase preliminar às construções. A falta de isolamento acústico só é percebida após o uso das edificações, quando as soluções vêm a ser mais complexas e caras.</p>
<p>Um bom começo para evitar o problema é a escolha dos tijolos que vedarão a casa. A construção deve formar uma barreira contra o som, que deve ser composta por material de alta densidade, para formar uma massa bloqueadora.</p>
<p><span id="more-842"></span>Boas opções são: o tijolo de barro maciço ou os blocos de concreto, o comum perfurado (menos eficiente por ter menos massa) ou o celular com cápsulas de ar igualmente distribuídas em sua estrutura, que tem melhor desempenho.</p>
<p>Outro ponto propício para a passagem do som são as aberturas. Portanto, se passar ar, passa som. Para as janelas, há uma vasta opção de caixilhos acústicos. Vale lembrar que o melhor isolamento se dá não apenas pela espessura do vidro ou a composição de dois vidros, mas, sim, pelo conjunto: vidro, caixilho – partes em alumínio ou PVC &#8211; e borrachas que unem esses materiais.</p>
<p>A forma de abertura das folhas da janela facilita ou dificulta a tarefa da vedação. Por exemplo: com as folhas de girar é mais simples de resolver a vedação, já que as folhas de correr necessitam de espaços entre elas para o movimento de abrir e fechar.</p>
<p>A porta é outro elemento que costuma ser um grande vilão invisível na acústica. Uma porta convencional, mesmo que seja de madeira maciça, pode propiciar a passagem de som. Isso porque para que ela se movimente livremente é necessário que tenha frestas, tanto nas laterais como no encontro com o piso, onde existe uma folga absolutamente livre.</p>
<p>Com isso, alguns recursos podem ser aplicados, tais como aplicar nos batentes tiras estrudadas de material a base de borracha ou colocar um acessório de vedação para porta e piso. Existem produtos específicos no mercado com estas finalidades, fabricados por empresas renomadas.</p>
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		<title>Minha Casa, Minha Vida terá de destinar 3% das moradias a idosos</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 15:57:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Minha Casa, Minha Vida terá de destinar 3% das moradias a idosos</strong></p>
<p><em>Extra</em></p>
<p>O programa habitacional &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; terá de destinar 3% das moradias previstas à população idosa, conforme normas publicadas na edição desta terça-feira do Diário Oficial da União.</p>
<p>Ainda&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Minha Casa, Minha Vida terá de destinar 3% das moradias a idosos</strong></p>
<p><em>Extra</em></p>
<p>O programa habitacional &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; terá de destinar 3% das moradias previstas à população idosa, conforme normas publicadas na edição desta terça-feira do Diário Oficial da União.</p>
<p>Ainda de acordo com as novas regras, pelo menos 3% das unidades de cada empreendimento deverão ser destinadas a pessoas com deficiência ou a famílias das quais façam parte pessoas com deficiência.</p>
<p>A segunda etapa do programa do governo federal prevê a contratação de 2 milhões de moradias até 2014, sendo 60% para famílias com renda mensal de até três salários mínimos.</p>
<p><span id="more-840"></span>O &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; foi lançado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em março de 2009, com objetivo de construir um milhão de habitações, volume que chegou a 1,005 milhão de unidades ao final de 2010.</p>
<p>Conforme dados do Ministério das Cidades, até 30 de outubro, a segunda fase do projeto contratou 336 mil unidades. Do total contratado nas duas etapas, 652 mil moradias foram entregues.</p>
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		<title>Governo prorroga a redução de IPI para materiais de construção até o fim de 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 15:46:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>Governo prorroga a redução de IPI para materiais de construção até o fim de 2012</strong></p>
<p><em>InfoMoney</em></p>
<p>Foi publicado na última segunda-feira (26) pelo governo federal, no Diário Oficial da União, o decreto 7.660/2011, que prorroga a redução do IPI (Imposto sobre Produtos&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Governo prorroga a redução de IPI para materiais de construção até o fim de 2012</strong></p>
<p><em>InfoMoney</em></p>
<p>Foi publicado na última segunda-feira (26) pelo governo federal, no Diário Oficial da União, o decreto 7.660/2011, que prorroga a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para materiais de construção até o final de 2012.</p>
<p>O presidente da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), Cláudio Conz, que participou do anúncio da medida em 2 de agosto deste ano, em Brasília, afirmou que a volta do IPI poderia encarecer ainda mais os produtos para o consumidor final. “Desde o início do ano, o setor de material de construção não vinha tendo o desempenho esperado. Tivemos que rever as nossas expectativas de crescimento, em função deste desempenho aquém do previsto. Uma eventual volta do IPI poderia encarecer ainda mais os produtos ao consumidor final e isso acarretaria possivelmente maior queda de vendas”, explica.</p>
<p>Segundo Conz, o decreto era uma medida importante, que o próprio governo acreditava que iria ajudar o setor. “Estávamos apenas aguardando a publicação do decreto, mas a presidente Dilma Rousseff e o ministro Guido Mantega já tinham manifestado que a desoneração era uma das medidas necessárias para garantir incentivo ao desempenho do setor e para não atrapalhar os contratos do Minha Casa, Minha Vida”, comenta.</p>
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